Foto: Andrevruas/Wikimedia Commons (CC BY 3.0)
Estilo de vida
Por Tiago da Silva Cândido · 24 de setembro de 2026
Foto: Andrevruas/Wikimedia Commons (CC BY 3.0)
Especialistas divergem sobre a dimensão do impacto, mas risco climático pode levar ao uso maior de termelétricas.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) discute ações preventivas com o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), de acordo com a publicação.
A matriz brasileira ainda depende fortemente das hidrelétricas, mas ganhou participação de energia solar e eólica, que têm geração variável.
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Segundo ela, usinas solares produzem fora do horário de maior demanda.
Com alterações grandes no regime de chuvas, a geração hidrelétrica e a fotovoltaica podem sofrer impactos distintos.
O diretor da CMU Comercializadora de Energia, Walter Fróes, tem uma avaliação diferente.
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Para Fróes, a previsão de chuvas maiores no Sul pode abastecer reservatórios relevantes.
Não há confirmação de aumento tarifário associado ao fenômeno.
Galuppo também aponta que o fenômeno pode influenciar o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), referência das negociações de curto prazo no setor elétrico.
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