Foto: Vyacheslav Argenberg/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
Estilo de vida
Por Tiago da Silva Cândido · 26 de setembro de 2026
Revisão publicada em 2026 aponta que fadiga, insônia e sono não reparador podem atrasar o diagnóstico.
Mulheres com apneia obstrutiva do sono podem apresentar sinais diferentes dos mais associados ao distúrbio, como ronco intenso e sonolência excessiva durante o dia.
Foto: Vyacheslav Argenberg/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
Uma revisão publicada em março de 2026 na revista Pulmonary Therapy apontou que essa diferença contribui para o subdiagnóstico e para a demora na identificação da condição.
75%
As interrupções podem fragmentar o sono e alterar a oxigenação; segundo a revisão, até 75% das mulheres com o problema não sabem que têm o distúrbio.
Dores de cabeça pela manhã, perda de memória e dificuldade de concentração também aparecem entre as manifestações descritas.
Foto: Vyacheslav Argenberg/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
A frequência da apneia tende a aumentar na transição para a menopausa e após esse período, segundo os estudos revisados.
Questionários de triagem costumam dar mais peso ao ronco, à sonolência e a fatores físicos, o que pode deixar de fora sintomas mais relatados por mulheres.
Segundo os pesquisadores, a investigação depende de avaliação clínica e, quando indicada, de exames que acompanhem o funcionamento do sono.
Foto: Vyacheslav Argenberg/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
Os autores afirmam que sintomas persistentes nessa fase não devem ser atribuídos automaticamente apenas à menopausa.