Foto: Coolcaesar at en.wikipedia/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Estilo de vida
Por Tiago da Silva Cândido · 25 de setembro de 2026
Foto: Coolcaesar at en.wikipedia/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Empresas apresentam recursos que usam dados de rotina para organizar compromissos, mensagens e conteúdos com aprovação do usuário.
A ampliação desse tipo de assistência depende do acesso a informações pessoais, o que coloca privacidade e segurança no centro da discussão.
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Segundo Cristiano Amon, presidente global da Qualcomm, os agentes de IA precisam agir em nome do usuário de forma intuitiva, rápida, segura e privada.
A Liquid AI anunciou a adaptação de sua tecnologia Liquid Context para celulares Android com processadores da Qualcomm.
A empresa também citou o caso de alguém que costuma publicar no LinkedIn após conferências e reuniões.
A Memories.ai apresentou a Luci, ferramenta que pretende reunir registros da vida digital do usuário em uma memória contínua.
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Fotos feitas por óculos, anotações no celular e documentos abertos no computador poderiam ser recuperados depois em diferentes dispositivos.
O Google também informou que trabalha para levar o Gemini Intelligence a produtos como smartphones e notebooks.
Para isso, os agentes podem precisar operar com vários aplicativos, serviços em nuvem e modelos de IA nos bastidores.
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As demonstrações indicam que os celulares poderão executar ações encadeadas a partir de comandos simples de voz.