Foto: Rudolph.A.furtado/Wikimedia Commons (Public domain)
Estilo de vida
Por Tiago da Silva Cândido · 23 de setembro de 2026
Especialistas apontam atenção à força muscular, próstata, sexualidade, cognição e acompanhamento médico.
Foto: ClemMcGann/Wikimedia Commons (Public domain)
50 anos
Após os 50 anos, homens podem precisar ampliar o acompanhamento de saúde mesmo sem sintomas ou mudanças marcantes na rotina.
A avaliação deve levar em conta as características de cada pessoa, como histórico familiar, hábitos, sintomas e condições já existentes.
A perda gradual de massa e força muscular pode afetar o equilíbrio, a mobilidade e a realização de tarefas cotidianas.
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A saúde da próstata deve ser discutida com o médico de forma individualizada, considerando idade, histórico familiar, fatores de risco e sintomas, informou Takikawa.
Dificuldades urinárias não devem ser atribuídas automaticamente à idade.
Atenção, linguagem, planejamento e resolução de problemas também fazem parte das funções cognitivas, além da memória.
A oncologista Roberta Galvão recomenda conhecer o histórico familiar e os fatores de risco acumulados ao longo da vida.
Depois dos 50 anos, alterações urinárias, sexuais, cognitivas ou de força devem entrar na conversa com profissionais de saúde.
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