Jundiaí reforça vacinação contra o sarampo e orienta sobre doses
Vacina é gratuita pelo SUS; município informa que não aplica dose de rotina aos 6 meses neste momento.
A Prefeitura de Jundiaí reforçou que a vacinação é a principal forma de prevenir o sarampo, doença infecciosa de alta transmissão que pode causar complicações graves, sobretudo em crianças. As doses fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo a administração municipal, a rotina de vacinação começa aos 12 meses, com a primeira dose da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Aos 15 meses, é prevista a segunda dose, com a vacina tetraviral ou conforme a disponibilidade e a orientação do serviço de saúde.
Esquema depende do histórico vacinal
De acordo com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), quem não foi vacinado ou está com o esquema incompleto deve iniciar ou completar duas doses da tríplice viral, respeitando o intervalo mínimo recomendado entre elas. A prefeitura informa ainda que pessoas sem comprovação de vacinação devem receber uma dose e procurar a unidade para avaliação do histórico.
Doses e situações descritas pela Prefeitura de Jundiaí
- 6 meses a 11 meses e 29 diasDose zeroSomente em estratégias específicas
- 12 mesesPrimeira doseVacina tríplice viral
- 15 mesesSegunda doseTetraviral ou orientação do serviço
A orientação é levar o Cartão de Vacinação ou um documento original com foto e CPF à unidade básica de saúde ou à clínica da família. Mesmo quem não tem o cartão deve buscar atendimento para receber orientação da equipe de saúde.
Dose aos 6 meses não é rotina no município
Crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias podem receber a chamada dose zero em situações de risco epidemiológico, bloqueio vacinal ou estratégias definidas pelas autoridades de saúde. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário de rotina.
Em Jundiaí, porém, a prefeitura afirma que não há vacinação rotineira contra o sarampo aos 6 meses neste momento. A dose nessa faixa etária só é aplicada quando houver indicação e estratégia determinada pela autoridade de saúde, conforme a situação epidemiológica.
Proteção coletiva depende da cobertura
A prefeitura destaca que a circulação do vírus diminui quando mais pessoas estão vacinadas, reduzindo também o risco de novos casos e surtos. A proteção é especialmente relevante para bebês, gestantes e pessoas que não podem receber determinadas vacinas.
O Ministério da Saúde, segundo o município, recomenda manter o calendário vacinal atualizado durante todo o ano. A equipe das unidades pode verificar quais doses são necessárias em cada caso.
Com informações de jundiai.sp.gov.br.
Foto de capa: Daniel Pavan e Silva/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
