Potes de sorvete vazios podem organizar ferramentas, fios e artesanato
Limpeza, etiquetas e atenção ao estado do plástico ajudam a dar uma nova função às embalagens.
Potes de sorvete vazios podem servir para organizar objetos pequenos em casa, como ferramentas, cabos e materiais de artesanato. A ideia, apresentada pelo Terra em 26 de setembro, é aproveitar recipientes com tampa para separar itens que costumam ficar espalhados.
Antes de usar a embalagem para essa finalidade, é preciso lavá-la e deixar que seque completamente. O Terra recomenda reservar o pote para objetos não alimentares, sem voltar a utilizá-lo para guardar comida depois de receber materiais de oficina ou artesanato.
Como preparar os potes
Lave o recipiente e a tampa com detergente. Só guarde os objetos quando ambos estiverem totalmente secos. Uma etiqueta na parte externa ajuda a identificar o conteúdo sem abrir cada pote.
Observe também as condições do plástico. Embalagens rachadas, deformadas, quebradiças ou com bordas danificadas podem perder resistência e não são boas opções para guardar objetos. A dificuldade de higienização é outro sinal de que o pote deve ser descartado ou encaminhado à reciclagem.
O que guardar em cada recipiente
Separar os objetos por categoria facilita o uso dos potes no dia a dia. Entre as possibilidades citadas pelo Terra estão:
- Parafusos, buchas, pregos e peças de reposição;
- Brocas pequenas, abraçadeiras e acessórios leves;
- Cabos, carregadores e extensões pequenas;
- Linhas, fitas, botões, miçangas e pincéis.
Para guardar fios, a orientação é enrolá-los sem apertar demais e deixar cada tipo em um recipiente. No caso das ferragens, a tampa ajuda a manter as peças reunidas quando o pote é movimentado.
Quando não reaproveitar
Nem toda embalagem vazia precisa virar organizador. Segundo o Terra, o melhor é escolher uma função para cada pote e evitar guardar recipientes sem uso definido. Os que não estiverem em condições adequadas podem ser descartados ou encaminhados para reciclagem.
Com informações de terra.com.br.
