Dia Mundial do Pulmão reforça prevenção e atenção a sintomas respiratórios
Data celebrada em 25 de setembro chama atenção para doenças respiratórias, vacinação e sinais que precisam de avaliação profissional.
O Dia Mundial do Pulmão, celebrado em 25 de setembro, chama atenção para a prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso aos cuidados de saúde relacionados à respiração. A data é promovida pelo Forum of International Respiratory Societies (FIRS).
Asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), infecções como gripe e pneumonia, câncer de pulmão e tuberculose estão entre as doenças respiratórias de maior impacto na saúde, segundo o material divulgado sobre a campanha. Infecções respiratórias podem atingir pessoas de todas as idades, mas o risco de quadros graves é maior entre crianças pequenas, idosos, pessoas com doenças crônicas e quem tem o sistema imunológico comprometido.
Fatores que afetam a respiração
O tabagismo, inclusive a exposição à fumaça de outras pessoas, é apontado como um dos principais fatores de risco para doenças respiratórias. Poluição do ar, poluentes dentro de casa, poeiras, gases, fumaças e outras substâncias irritantes no trabalho também podem favorecer ou agravar problemas pulmonares.
No caso de infecções respiratórias agudas, vírus e bactérias têm papel relevante. Resfriados, gripe, pneumonia e Covid-19 fazem parte desse grupo e podem piorar doenças crônicas, como asma e DPOC, levando a consultas, atendimentos de urgência e internações.
Medidas de prevenção
A campanha cita cuidados que ajudam a reduzir riscos e a proteger grupos mais vulneráveis:
- Não fumar e evitar a exposição à fumaça do tabaco.
- Reduzir o contato com poluição e outros poluentes.
- Manter os ambientes internos saudáveis e bem ventilados.
- Controlar a exposição ocupacional a poeiras, fumos e gases.
- Manter alimentação equilibrada e praticar atividade física regularmente.
- Seguir as recomendações de vacinação indicadas para cada idade e condição clínica.
Os dados mencionados no material mostram a dimensão das doenças crônicas em Portugal. Estima-se que a DPOC afete entre 700 mil e 800 mil pessoas no país, enquanto cerca de 400 mil pessoas com asma estavam registradas na atenção primária em 2024, de acordo com dados da Direção-Geral da Saúde portuguesa.
Quando procurar avaliação
Tosse persistente ou que volta com frequência, falta de ar, chiado, catarro persistente, dor ou aperto no peito e redução sem explicação da tolerância ao esforço são sinais que justificam avaliação por um profissional de saúde. A recomendação vale especialmente quando os sintomas são novos, persistentes ou estão piorando.
A vacinação, as medidas de higiene e a etiqueta respiratória também são apontadas como formas de prevenir infecções respiratórias e de proteger quem tem maior risco de doença grave.
Com informações de noticiasaominuto.com.
