Guimarães preserva castelo e ruas medievais ligados à origem de Portugal
No norte do país, a antiga capital reúne construções de diferentes épocas e mantém o traçado de seu centro histórico.
Guimarães, no norte de Portugal, preserva um castelo, igrejas e ruas medievais ligados à formação do país. A cidade foi a primeira capital do reino e conserva construções que ajudam a contar sua história desde o século XII.
Foi nesse período que Afonso Henriques iniciou as lutas pela autonomia política da região, segundo reportagem publicada pelo Terra em 27 de setembro de 2026. O papel de Guimarães na origem de Portugal continua visível na ligação entre a área do castelo, no alto, e as ruas da parte baixa.
Construções de diferentes épocas
O centro histórico reúne edifícios medievais e construções modificadas ao longo dos séculos. Segundo o Terra, as mudanças preservaram elementos antigos, como alicerces e fachadas, ao mesmo tempo que adaptaram imóveis ao uso cotidiano. A cidade foi inscrita pela UNESCO como sítio de valor universal.
Nas casas tradicionais, o pavimento térreo costuma ser feito de granito, enquanto os andares superiores empregam madeira e taipa de rodízio. Praças e passagens estreitas compõem um conjunto urbano que mantém marcas de diferentes períodos da arquitetura portuguesa.
O que ver no centro histórico
O percurso descrito pela reportagem liga o castelo à parte baixa pela Rua de Santa Maria, via que conserva seu traçado medieval. Entre as construções citadas estão:
- O castelo medieval, situado no alto da colina.
- A igreja românica de São Miguel, próxima ao castelo.
- A Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, que reúne elementos românicos e reformas posteriores.
A Rua de Santa Maria também fazia a ligação entre a área defensiva e os mosteiros da parte baixa. Esse caminho ajudou a organizar o crescimento das ruas vizinhas e ainda permite observar a relação entre as duas partes da cidade.
Com informações de terra.com.br.
Foto de capa: PauloPinto65/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
